quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Repensando a Cópia Escolar

Para ler  os estudos de Ana Teberosky sobre a cópia na escola clique no link

A Cópia na Escola

domingo, 15 de agosto de 2010

Diferenciando textos

         Tem uma pequena diferença entre texto informativo "sobre" uma lenda e a lenda (narrativa) propriamente dita. 

Sobre a lenda do boitatá
O termo mais difundido é boitatá. O termo seria a junção das palavras tupis boi e tatá, significando cobra e fogo, respectivamente - ou ainda de mboi - a coisa ou o agente. Significa, assim, cobra de fogo, fogo da cobra, em forma de cobra  ou coisa de fogo.[...].No Centro-Sul é chamado de baitatá ou batatá e até mesmo de mboitatá. Na Bahia aparece como biatatá. Em Minas Gerais chamam-no de batatal. No Nordeste é comum o termo batatão (Wikipédia, acesso em 15/08/10). 

    Os primeiros registros escritos sobre o "boitatá" foram do Pe. José de Anchieta, que aprendeu a língua tupi para catequizar os índios. Foi ele quem primeiro contou a lenda indígena  por escrito. 
 
No folclore brasileiro, o Boitatá é uma gigantesca cobra-de-fogo que protege os  campos contra aqueles que  o incendeiam. Vive nas águas e pode se transformar  também numa tora em brasa, queimando aqueles que põem fogo nas matas e  florestas.A versão da lenda que predominou foi a do Rio Grande do Sul (wkipédia, acesso em 15/08/10). 
 
 A LENDA:
            Há muito tempo atrás , uma noite se prorrogou muito parecendo que nunca mais haveria luz do dia .Uma noite escura como breu, sem estrelas, sem vento, e sem barulho dos bichos das florestas ,um grande silêncio.

             Os homens viveram dentro de casa, a comida começava a faltar, a lenha para manter o fogão aceso começava a faltar, os braseiros foram  se apagando e era preciso poupar a lenha..

          Naquela escuridão fechada era impossível, até para os mais experientes dos homens criados na floresta, conseguir caminhar por ela.

           A noite seguia sem ir embora. Na escuridão não se ouvia nada, apenas um único canto ainda resistia ,era só o do Quero-Quero (espécie de Gavião) que de vez em quando cantava. Fora este pássaro, o silêncio predominava naquela noite sem fim.

          Os dias foram passando e começou a chover muito, os campos foram sendo inundados , as lagoas não mais suportavam a capacidade de água e transbordaram inundando tudo, apenas umas pequenas coroas (pequena porção de areia que permanece no rio, semelhante a uma ilha) restaram .Muitos animais foram morrendo.

            Uma grande cobra que vivia em repouso despertou, com fome, e passou a se alimentar dos olhos de animais mortos. A água foi baixando e a cada hora mais olhos a cobra grande comia. E a cada olho que a cobra comia ficava com um pouco da luz do último dia que os bichos tinham visto no último dia de sol, antes da noite grande que caiu.E devido a tanta luz que tinha ingerido, o seu corpo foi ficando transparente.

        A grande cobra já era vista e temida na região bem antes de se tornar a terrível boitatá. Quando a viram depois do acontecimento da noite não a conheceram mais e julgando que era outra, chamaram-na, desde então, de boitatá. E muitas vezes a boitatá rondou as rancheiras, faminta .E os homens, por curiosos, com bastante medo, olhavam pasmados  para aquela grande serpente, transparente, clareando por onde passava.

      Com o passar de algum tempo, a grande cobra temida por todos ,a boitatá ,morreu de fraqueza, porque os olhos comidos encheram-lhe o corpo mas não lhe deram "sustância". E foi então que a luz que estava presa escapou e o sol apareceu de novo, foi aparecendo devagar, primeiro clareando,sumindo as estrelas com o clarear. Os raios foram aparecendo, enfim a bola de fogo surgiu no céu , era o Sol que voltava a cumprir sua função de fazer o dia.
(Transcrita de htpp://www.brasilfolclore.hpg.ig.com/boitatá.htm, acesso em 15/08/10) .



A LENDA , resumidamente
           Narra a lenda que houve um período de noite sem fim nas matas. Além da escuridão, houve uma enorme enchente causada por chuvas torrenciais. Assustados, os animais correram para um ponto mais elevado a fim de se protegerem. A boiguaçu, uma cobra que vivia numa gruta escura, acorda com a inundação e, faminta, decide sair em busca de alimento, com a vantagem de ser o único bicho acostumado a enxergar na escuridão. Decide comer a parte que mais lhe apetecia, os olhos dos animais e de tanto comê-los vai ficando toda luminosa, cheia de luz de todos esses olhos. O seu corpo transforma-se em ajuntadas pupilas rutilantes, bola de chamas, clarão vivo, boitatá, cobra de fogo. Ao mesmo tempo a alimentação frugal deixa a boiguaçu muito fraca. Ela morre e reaparece nas matas serpenteando luminosa. Quem encontra esse ser fantástico nas campinas pode ficar cego, morrer e até enlouquecer. Assim, para evitar o desastre os homens acreditam que têm que ficar parados, sem respirar. e de olhos bem fechados. A tentativa de escapar da cobra apresenta riscos porque o ente pode imaginar fuga de alguém que ateou fogo nas matas. No Rio Grande do Sul, acredita-se que o "boitatá" é o protetor das matas e das campinas. 
(Fonte: wikipédia, acesso em 15/08/10) 

 

sábado, 7 de agosto de 2010

Partilhando Experiências

Realizamos, na noite de cinco de agosto, nosso Seminário Semestral de Estágio Curricular: "Partilhando Experiências".   

Foi um pequeno evento de troca de experiências e ideias entre estagiários  de 3º e 4º ano do curso de Magistério, com a presença de suas professoras do período noturno, nossa diretora, Edir Retore e das mães que aceitaram o desafio de comparecer na escola em uma noite  rigorosa de inverno   tão somente para acompanhar suas filhas em atividades culturais de futuras professoras .  

Parabenizo os diferentes grupos de futuras professoras em sua participação no seminário: decoração, organização do lanche, confecção de lembrancinhas, mensagem e dinâmica de acolhida aos participantes, organização das quatro apresentações de slides referentes ao Estágio Curricular em Educação Infantil e Séries Iniciais do 3º e 4º Magistério neste primeiro semestre letivo que já findou.

A presença das duas turmas nesta atividade comunicativa e avaliativa , em diferentes momentos preparatórios e na noite do dia cinco, questionando, argumentando e também cantando nos instantes de animação, contribuiu para percebermos os progressos e desafios em nosso trabalho de educadoras e formadoras de novos professores. É preciso insistência!


sexta-feira, 23 de julho de 2010

Jogos Didáticos para Alfabetização

Clique nos links, abaixo, e visualize alguns dos jogos didáticos confeccionados pela turma do 3º Magistério/10 como tarefa de sistematização de atividades na disciplina Metodologia de Alfabetização e Letramento. Na sequência, os jogos fotografados  são, respectivamente, de : Cledinéia; Andreia e Rejane; Márcia e Rita; Bruna e Fabíola; Samara e Samara; Daiane e Verônica; Camila e Karize; Karine e Pâmela; Ana Carolina e Mayla; Micheli; Thailize; Izabel e Fabiana.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Terceiro Magistério Aprendendo a Contar Histórias

Parabéns aos estagiários do 3º ano do curso de Magistério! As crianças de Maternal II fizeram a melhor avaliação do planejamento de atividades com "Literatura Infantil"... 


Foto de dedoches produzidos por Anderson de Lima Martins,Karine Vicente,Márcia Jane Penaforte,Rita de Cacia Penaforte
Ao acompanhá-los nas creches pude perceber o empenho, criatividade, carinho e linguagem lúdica  dos diferentes grupos de futuros professores com as crianças de três anos de idade. Este é apenas o começo de uma profissão que é para pessoas especiais, capazes de aprender continuamente enquanto ensinam, com muito carinho, responsabilidade, gosto naquilo que fazem e conhecimento aprofundado sobre ser criança.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

A Bola Agora é dos Nossos Vizinhos

Parabéns à Seleção Brasileira pelo ótimo primeiro tempo no jogo contra a Holanda!

Agora, estou me "bandeando" pras  plagas mais ao sul  que "não tá morto quem peleja"!

Que venha 2014!








domingo, 20 de junho de 2010

A Bola é do Brasil

Jogo de habilidade, agilidade, criatividade e resistência de um time é de quem trata bem da bola, corre atrás e na frente desta, chuta  com precisão, sem  "bate coxas e canelas," sem agressividade e "jogo sujo" . Este é o jogo do brasileiro, por enquanto pentacampeão do mundo e, logo, logo, hexacampeão!

PARABÉNS, SELEÇÃO BRASILEIRA!

sábado, 19 de junho de 2010

Pensamento


"O silêncio ainda é o melhor aplauso".
(José Saramago)

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Nosso Semestre em Andamento

Tantas ações neste semestre e quase esquecemos delas ... 

1. Ser professora(or) exige estudo, leitura, registro escrito sitemático. Estudamos documentos:  
- Linguagem segundo os PCNs para a Educação Infantil (as estagiárias do 4º ano do curso de magistério apoś a leitura individual e estudo de grupo fizeram seu registro escrito individual das ideias essenciais); 
- Projeto Político Pedagógico (PPP) da E.E.B. Paulo Blasi (novamente as estagiárias do 4º ano exercitaram a leitura, troca de ideias, seleção de informações, escrita de texto dissertativo, que ser professora exige competência para escrever); 
- "Não Há Docência sem Discência" (o belo texto de Paulo Freire serviu de base para várias conversas grupais sobre "ser professor" e para o início do aprendizado de noções de Metodologia Científica na escrita de futuras professoras(es) para as estagiárias(os) do 3º ano do curso de Magistério);
-  Contos de fadas antigos e mais recentes analisados segundo uma perspectiva psicanalítica (foram revisitados, na leitura dos dois primeiros capítulos do livro "Fadas no Divã" pelas estagiárias(os) do 3º ano do curso de Magistério que também escreveram, escreveram...).Conhecer  e entender um repertório básico de literatura infantil é essencial para quem almeja ser professora(or). 

2. Ser professora(or) exige  observação e registro escrito sistemático da prática cotidiana. Observações, auxílio a  professoras em sua atividade educativa e registros  escritos destes dois fazeres foram práticas das estagiárias(os) de 3º e 4º ano de Magistério, tanto em turmas da Educação Infantil como das Séries Iniciais.

3. Planejamento, confecção de materiais didáticos, organização e decoração do ambiente de estudo são práticas fundamentais na escola (de professoras) visando uma  ação educativa de ensino sistemático de formação mais que informação:
Estagiárias (os) do 3º ano foram ajudantes de biblioteca no início do ano durante 5 horas/aulas na biblioteca da E.E.B. Paulo Blasi;
- Estagiárias(os) do 3º ano ajudaram a enfeitar os murais da escola em diferentes ocasiões, com frases de alfabeto móvel, gravuras, recortes e colagens;
Estagiárias do 4º ano fizeram cartazes para alfabetização para as  crianças do 2º ano e jogos didáticos para as de 1º ano de alfabetização;
- Estagiárias do 4º ano planejaram, individualmente ou em duplas, para "dar aulas"  durante uma semana na Educação Infantil e também planejaram para "dar aulas" no 1º ou 2º ano dos anos iniciais do Ensino Fundamental .
- Estagiárias(os) do  3º ano  planejaram em duplas, trios ou quartetos para "contar histórias" na creche, que a creche é um espaço privilegiado de aprender a gostar de ler.
- Estagiárias do 4º ano "deram aulas" na Educação Infantil" e no 1º ou 2º ano de alfabetização (e algumas ainda estão terminando esta atividade).

4. A brincadeira é a atividade principal da criança nesta sua idade de direitos essenciais. Brincar é um destes, também na escola. Ser professora(or) exige conhecimentos sobre brinquedos, brincadeiras, jogos e  ludicidade na prática educativa:
- O "dia diferente" (relato do mês de março, neste blog) foi uma das oportunidades para praticar  o entendimento de "ser criança" por parte das estagiárias do 3º ano do curso de Magistério, além do monitoramento das  crianças em recreios participativos;
- Nossa oficina de atividades lúdicas (relato do mês de maio neste blog) buscou oportunizar este conteúdo em suas dimensões procedimental e atitudinal a nossas estagiárias do 4º ano.

5.  Ser professora(or) é uma  ação que não se faz na base do improviso, imposição autoritária  e assistematicamente:
- Encontros de planejamento, agendamento de atividades do grupo, de avaliação (reuniões) foram práticas das estagiárias(os) de 3º e 4º ano.



P.s.: Agradecemos a todas as  crianças, suas professoras, diretoras de escolas, merendeiras, secretárias, assistentes técnicos e pedagógicos, bibliotecários , tecnóloga em informática, supervisora e administradora escolar pela colaboração em todas as atividades de estágio.

sábado, 1 de maio de 2010

Oficina de Atividades Lúdicas

Entendemos que nosso trabalho na formação de novas professoras (es) requer o exercício de   competências básicas na educação de crianças. Neste sentido, valorizar a ludicidade , significando  vivência de desafios , é um dos nossos objetivos essenciais neste processo de ensino e aprendizagem significativa.

Nos dias vinte e seis e vinte e nove do mês de abril do corrente ano, realizamos uma pequena oficina de atividades lúdicas com as estagiárias do quarto ano do curso de Magistério. Especificamente objetivamos:
-Aprender algumas brincadeiras, jogos e dinâmicas com as diferentes linguagens da Educação Infantil: oral, literária, musical, matemática, escrita, comunicação e expressão visual.
-Exercitar a habilidade de confecção/utilização de alguns recursos didáticos próprios para o ensino-aprendizagem na Educação Infantil, com materiais simples e recicláveis.
- Valorizar a pesquisa, em diferentes fontes, no planejamento de aulas para crianças da Educação Infantil.


Depois do encontro, todas receberam subsídio escrito descritivo das 
atividades feitas e sugestões de várias outras ( totalizando sessenta e cinco)
que, num tempo de  apenas 
cinco horas aulas, não foi possível demonstrar  mas 
resumidamente contêm
algumas possibilidades de práticas lúdicas a serem inseridas/adequadas em
planejamentos/projetos  específicos em   diferentes situações escolares no
Estágio 
Curricular. Também fornecemos  as fontes bibliográficas da nossa oficina
para nossas alunas. Felizmente, há ótimas fontes de consultas, on line ou
não,
para o trabalho de professoras, além da experiência e da observação da ação
pedagógica, laborativas também.